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Por que o Darwinismo é uma religião?

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Por que o Darwinismo é uma religião?

Mensagem  Monstrinho em Ter Jun 14, 2011 11:05 pm

Olá!!

Olhem, que estou a rir muito até agora desde que vi:

Religiões:
- Catolicismo
- Hinduísmo
- Darwinismo Very Happy
- Marxismo... Wink

Então resolvi abrir esse tópico, para tentar descobrir (eu mesmo não sei), por que o Darwinismo é uma religião ou um dogma??

A título de contribuição, ofereço esse texto sobre Sociologia da Ciência http://mascarasdedeus.forumeiros.com/t43-sociologia-e-ideologia-da-ciencia-a-ciencia-como-mito-e-representacao-simbolica-dominante-na-sociedade

Abçs,


Monstrinho

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Por que o Darwinismo é uma religião?

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Qua Jun 15, 2011 5:06 pm

Aqui vou eu Monstrinho!!!

Para começar aqui vai um link para um canal da concorrência onde acabei de abordar este tema:
http://www.forumespirita.net/fe/estudos-avancados/o-espiritismo-de-kardec-aos-dias-de-hoje/msg216858/#msg216858

Assim sendo, sabendo que é impossível incrementar informação genética no ADN a teoria evolucionista deixa de ser do domínio da ciência para ser transferida para o domínio da fé e da crença em comunidade, ou seja, a partir do momento que existe uma comunidade que acredita através da crença, passa a deter uma identidade religiosa. Sem tirar nem pôr! A sua divindade é o acaso e os cultos que lhe são prestados são financiados pelos estados, cujo poder politico e fundamentalmente económico está dependente na manutenção da ordem que o devir castrante das noções de "bem" e de "mal" são garante para a manutenção de uma moral que lhes convém, pois foi por eles mesmos criada no sentido de ser um meio de submeter a vontade de poder dos povos à sua própria ganância.

Por agora chega.

Joaquim Santos Albino

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Re: Por que o Darwinismo é uma religião?

Mensagem  Monstrinho em Qua Jun 15, 2011 8:04 pm

Olá,

Eu estou acompanhando essas postagens http://www.forumespirita.net/fe/estudos-avancados/o-espiritismo-de-kardec-aos-dias-de-hoje/45/#ixzz1POkUSm9B local de onde, aliás, retirei esse trecho, com o qual me simpatizei muito


Taprobana: Porque no estado evolutivo em que se encontra a nossa geração espiritual, somente com o concurso da matéria podemos existir num contexto social, histórico e cultural, experimentando assim a real consciência de si, ferramenta indispensável para a depuração espiritual.
Por este motivo a vida deve ser vivida de forma livre, não submissa a qualquer tipo de valor que não a própria consciência que regula uma conduta. Quando assim não acontece, perdemos a oportunidade de experimentar, e recusar a experiencia em nome de qualquer tipo de moral imposta por um devir cultural é sucumbir perante a exigência da vida. Quando a nossa vontade de poder se manifesta, é a própria vida que assim o exige e mais cedo ou mais tarde essa vontade tem de ser cumprida, independentemente doa padrões de moralidade que definem de forma tirana aquilo que é o bem e o mal. Somente a própria consciência moral pode ser o juiz da própria conduta e é nesse tribunal que é julgada e aplicada a lei de Deus. É isto que é a evolução espiritual. Nada mais é do que a construção de uma consciência moral em perfeita harmonia com a consciência divina, somente passível de ser atingida após a vida ser experimentada em tudo aquilo que ela contem e que está muito para além daquilo que é a moral humana.

Mas, confesso, não "gostei" muito da conclusão


Assim sendo, aqui fica uma pista que nos poderá indicar um caminho alternativo ao Darwinismo, ou seja, colocar no espírito a capacidade de à priori determinar o objecto e não ser por ele determinado.

... em que você cita o idealismo de Kant, para sustentar que o mundo espiritual é determinante do mundo físico. Posso até concordar, mas recomendo cautela para não se cair naquele determinismo já postulado e tido como verdade a priori, sacrossanta, pelos espíritas: "O mundo material é uma cópia imperfeita e mal acabada do mundo espiritual; o mundo material é um reflexo do mundo espiritual".

Eles montaram esse raciocínio aí, de acordo com o entendimento que tiveram, da Alegoria da Caverna, de Platão.

Vejamos, tomando-se o item 6, da Introdução de O Livro dos Espíritos, como esse raciocínio não está correto.

"O Mundo Espiritual é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo; o mundo material é secundário; poderia deixar de existir ou nunca ter existido sem que com isso, afetasse a essência do mundo espiritual".

Ora, é óbvio que esse "Mundo Espiritual" não é o "Nosso Lar", ou seja, não são essas moradas transitórias de Espíritos-humanizados, que acreditam ter um corpo, nome, sexo, profissão, filhos, esposo, esposa, amigos, inimigos; que sentem fome, frio, dores físicas, sono, vontade de fazer sexo, de beber, enfim, o Mundo Espiritual aludido por Allan Kardec, não são essas colônias espirituais que se situam a poucos quilômetros acima da atmosfera.

Esse é um assunto que eu já cansei de debater lá naquele fórum, e fica até cansativo, porque eles não dão atenção, convictos que estão dos seus dogmas e crenças sacrossantas.

Nesse caso, repare, que o que condiciona a existência do "mundo espiritual", é a "matéria", ou melhor, é a consciência materializada do Espírito que se desencarnou, mas não se desumanizou. Então, a coisa funciona mais ou menos assim: o Espírito veio para a carne realizar provas; acreditou que as ilusões mundanas eram reais, e, quando ele desencarna, o seu pensamento materializa essas ilusões lá no além. É isso o que está acontecendo.

Portanto, como podemos dizer de forma acertada que "o mundo espiritual determina o mundo físico"??

Pode-se até usar esse argumento para criticar o darwinismo e a teoria da Evolução, pois, dizer que a organização da vida se deu ao acaso é apenas pronunciar uma mera crendice. Mas, do ponto de vista espiritualista, o Mundo Espiritual aludido por Allan Kardec em O Livro dos Espíritos não tem nada a ver com essas moradas nas camadas atmosféricas construídas pela mentalidade humanizada dos Espíritos ainda iludidos com o mundo material.

E tem outra coisa: se se diz que é o mundo espiritual que determina o mundo material, então não se proclama que "o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus" em seu sentido antropomórfico? Shocked

Teria mais a dizer, mas antes gostaria que você desenvolvesse mais amplamente essa tese sua contra o darwinismo, a partir dessas bases espíritas que você adotou.

Nesse comenos, aproveito o ensejo para dizer que apreciei bastante a sua visão crítica sobre a questão da evolução, de esta não existir pelo menos da maneira que supõem os espíritas.

Concordo com a sua argumentação de que, "se a evolução para se dar, demanda uma conjuntura espaço-temporal, então o que evolui é o corpo e os processos da vida física, mas o Espírito, não está evoluindo".

Nós defendemos isso, outrora e alhures, mas a partir de outros referenciais. Esse debate pode ser encontrado aqui http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/evolucao-do-espirito-existe-mesmo/ (mas alguns debatedores já não participam mais deste fórum aí)...

... e aqui também, nesse artigo http://mascarasdedeus.blogspot.com/2011/04/o-espiritualismo-cientifico-doutrina.html que está redigido sob um enfoque mais cultural e histórico, no afã de desbancar a idéia, segundo a qual, a evolução espiritual seja uma revelação espírita. Ele também está publicado agora no fórum Máscaras de Deus http://mascarasdedeus.forumeiros.com/t64-espiritismo-e-ou-nao-e-religiao, porém com outro título.

Vou ficando por aqui,

Abçs,





Monstrinho

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Por que o Darwinismo é uma religião?

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Qui Jun 16, 2011 3:39 am

Claro que concordo quando criticas a forma como são interpretadas as obras de André Luís. Repara que não proponho especular acerca da possibilidade de ser o “mundo espiritual” mas sim o próprio espírito, ou seja o princípio inteligente individualizado como sendo o eventual indutor da organização da matéria. De forma que me parece que a obra de André Luíz narra uma experiencia que somente ao próprio diz respeito. Sugiro que na fase em que o espírito se encontra num processo de reencarnações sucessivas, a vida seja a sua única e real existência social, ou seja, quando se encontra desencarnado vive uma experiencia particular cuja realidade somente ao próprio diz respeito, algo similar ao que acontece durante o sonho. Assim, somente quando André Luiz utiliza a sensibilidade mediúnica passa de facto a existir na nossa dimensão de espaço-tempo e aquilo que narra são os “sonhos” que vivencia enquanto espírito livre. A possibilidade do espírito utilizar de facto algum tipo de matéria cuja natureza difira daquela que constitui o mundo que conhecemos através dos sentidos da vida, é uma possibilidade que coloco. Será essa a matéria que compõe o mundo espiritual e eventualmente a que materializa os nossos sonhos. Assim, a alegoria da caverna é adaptável somente a estes casos, ou seja, quando os mortos criam para si mesmo um mundo em tudo idêntico ao em que vivem mas com a notável diferença que esse mundo não é uma experiencia social mas sim individual.
Não é esta a hipótese que sugiro ponderar em termos evolucionistas no que à história da vida diz respeito, mas sim, à hipótese de ser o próprio espírito que quando renasce ter em si mesmo o potencial de adequar a matéria à sua condição evolutiva. Esta possibilidade ganhou em mim consistência na medida que o conhecimento da física das partículas evoluiu. Sei que sabes que caso a partícula de Higgs não seja detectada a existência de massa passa a ser o maior mistério da vida e também que as partículas aparentemente respondem a comandos involuntários tão simples como a própria observação (apesar desta aparente característica ser de tal modo extraordinária que todos se recusam a acreditar no que vêm). No entanto, neste momento admito que em termos filosóficos este meu trabalho está ainda neste ponto, ou seja, de que forma poderia o espírito criar para si mesmo o organismo que se lhe adapta e serve à sua condição evolutiva. Na obra editada por Kardec está escrito que as coisas se passam desta forma, mas não gostaria de me ficar por aqui.

25. O Espírito independe da matéria, ou é apenas uma propriedade desta, como as
cores o são da luz e o som o é do ar?
“São distintos uma do outro; mas, a união do Espírito e da matéria é necessária para
intelectualizar a matéria.”

Acredito que somos já capazes de chegar lá utilizando os conhecimentos que a física nos vai disponibilizando.

Quando dizes que:
Concordo com a sua argumentação de que, "se a evolução para se dar, demanda uma conjuntura espaço-temporal, então o que evolui é o corpo e os processos da vida física, mas o Espírito, não está evoluindo".
Não é bem esta a ideia que proponho, antes pelo contrário. Sugiro que o espírito num determinado momento somente evolui quando experimenta a vida. Ao experimentar um mundo mental, emocional, sentimental, racional e social tem condições para potenciar a sua capacidade inteligente, ou seja, quando está consciente da sua própria existência num local onde o espaço e o tempo estão determinados, a existência de passado, presente e futuro determinam a responsabilidade da sua acção e potenciam as suas consequências, estão criadas as condições para que a inteligência avalie a sua conduta e possa assim evoluir. É aqui, num mundo sensível e determinado em tempo e espaço que as emoções e os sentimentos são experimentados de forma social e assim a história concretiza-se, ou seja, após um período de vida, o espírito desencarna numa condição diferente àquela em que encarnou, experimentou um processo evolutivo.
Quando não tem ainda capacidade de ter consciência de si mesmo daquilo que ele próprio é enquanto espírito livre, está neste processo de reencarnações sucessivas e quando morre entra então naquele processo que acima sugeri, num mundo individual e não social, que de facto não existe quanto à História diz respeito e somente quando renasce retoma o seu percurso.

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Todas as realidades são Realidades Subjetivas

Mensagem  Monstrinho em Sex Jun 24, 2011 8:15 pm

Joaquim Santos Albino escreveu: Será essa a matéria que compõe o mundo espiritual e eventualmente a que materializa os nossos sonhos. Assim, a alegoria da caverna é adaptável somente a estes casos, ou seja, quando os mortos criam para si mesmo um mundo em tudo idêntico ao em que vivem mas com a notável diferença que esse mundo não é uma experiencia social mas sim individual.

Tap,

Discordo. O que você chama de "experiência social", ou seja, o Espírito encarnado vivendo sob as leis da matéria, é uma "objetividade social" aparente, porque ela é fictícia, à medida em que é criada artificialmente pela razão. Por outro lado, para o Espírito, tanto faz estando encarnado ou desencarnado, o que ele vive, sempre, é uma realidade SUBJETIVA.

O que eu entendo por Alegoria da Caverna é a crença dos Espíritos nas ilusões do mundo material, ou seja, nas aparências. Obviamente que, como observou Nietzsche, Platão "cometeu erros", ao situar o "mundo verdadeiro" ou "mundo da essência" no mundo espiritual, porque, como observou Jesus, "o Reino dos céus está dentro de vós". Portanto, separar mundo espiritual de mundo material, é contraditório, já que o mundo material é ILUSÃO, e somente o Mundo Espiritual é a Realidade Única.


Joaquim Santos Albino escreveu: Quando dizes que:
Concordo com a sua argumentação de que, "se a evolução para se dar, demanda uma conjuntura espaço-temporal, então o que evolui é o corpo e os processos da vida física, mas o Espírito, não está evoluindo".
[...] o espírito desencarna numa condição diferente àquela em que encarnou, experimentou um processo evolutivo.
Quando não tem ainda capacidade de ter consciência de si mesmo daquilo que ele próprio é enquanto espírito livre, está neste processo de reencarnações sucessivas e quando morre entra então naquele processo que acima sugeri, num mundo individual e não social, que de facto não existe quanto à História diz respeito e somente quando renasce retoma o seu percurso.

O mundo social cria as condições para o Espírito se submeter às provas. Não concebo, portanto, que o Espírito possa criar uma realidade subjetiva quando do estado de erraticidade, e uma realidade objetiva só porque está vivendo num meio social. Em ambos os casos, a Realidade Subjetiva é a única existente.

Abçs,

Monstrinho




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Todas as realidades são Realidades Subjetivas

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Seg Jun 27, 2011 7:37 pm

O mundo social cria as condições para o Espírito se submeter às provas. Não concebo, portanto, que o Espírito possa criar uma realidade subjetiva quando do estado de erraticidade, e uma realidade objetiva só porque está vivendo num meio social. Em ambos os casos, a Realidade Subjetiva é a única existente.


Concordo, aceito esta tua sugestão. Excelente contributo. De facto não posso afirmar que a vida é uma realidade objectiva.

(…) Portanto, separar mundo espiritual de mundo material, é contraditório, já que o mundo material é ILUSÃO, e somente o Mundo Espiritual é a Realidade Única.

Mas como concluímos ainda agora, aceitamos que a realidade do mundo espiritual é também subjectiva, correcto?

De objectivo somente nos resta a energia, certo? E no que ao Homem diz respeito somente nos resta a capacidade inteligente, certo? Qual a tua opinião?

Abraço,
Joaquim

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Re: Por que o Darwinismo é uma religião?

Mensagem  Monstrinho em Ter Jun 28, 2011 6:01 pm

**************************************************************************


Última edição por Monstrinho em Sab Jul 09, 2011 5:18 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Por que o Darwinismo é uma religião?

Mensagem  Monstrinho em Ter Jun 28, 2011 6:58 pm

Joaquim Santos Albino escreveu: E no que ao Homem diz respeito somente nos resta a capacidade inteligente, certo? Qual a tua opinião?
Abraço,
Joaquim

Veja este conto:

"Sempre foi Assim"

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de algum tempo, quando um macaco fazia menção de subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Após mais algum tempo, nenhum macaco queria subir a escada, apesar da tentação das bananas.
Um dia, substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que o calouro fez foi tentar subir a escada, mas foi impedido pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo desistiu de subir a escada.
Um segundo macaco foi substituído e o mesmo ocorreu, sendo que o primeiro substituto participou com entusiasmo da surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu.
Um quarto e afinal o ultimo dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo sem nunca ter tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

A minha pergunta é para os apologistas da razão: por quê os seres racionais fazem o mesmo? O problema é da razão, ou seja, do modo de utilização da razão (alguém acredita em papai Noel?) ou o problema é a razão?

Ora, se a razão é precisamente o instrumento pelo qual o homem pode agir diferentemente dos outros animais, por qual razão continua agindo como eles??

A resposta é que a razão é

- manipulada pelos que detém o poder: é preciso difundir normas de conduta e de respeito à ordem estabelecida através da moralidade (Nietzsche)

- utilizada para criar um homem e um mundo muito além do que realmente é o homem e o mundo. O problema aqui é o Idealismo, que, acreditando que a felicidade é sempre um evento que deverá ser demandado e conquistado no futuro, desconsidera o presente como única realidade, reconstruindo de forma falseada o mesmo através do passado, e prevendo o futuro com base no que se viveu no passado e não no presente.

- etc.

Mas este assunto dá pano para a manga...

Abçs,


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Re: Por que o Darwinismo é uma religião?

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