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Conceito de Imortalidade

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Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Sab Jun 05, 2010 6:57 am

Na Wikipédia:

"A imortalidade (ou vida eterna) é o conceito de viver em uma forma física ou espiritual para um comprimento infinito ou inconcebivelmente vasto de tempo.
Como a imortalidade é a negação da mortalidade, não morrer ou não ser sujeito à morte tem sido objeto de fascínio pela humanidade, pelo menos desde o início da História. A Epopeia de Gilgamesh, uma das primeiras obras literárias, que remonta a meados do século XXII a.C., é essencialmente a busca de um herói pela imortalidade.
Isso prevê se é possível existir uma forma de vida humana interminável (sendo até incapaz de terminar), ou se a alma existe e se possui a imortalidade. Esse foi um grande ponto de enfoque da religião, assim como o objeto de especulação, fantasia e debate.
Não se sabe se a imortalidade física humana é uma condição possível. Formas biológicas têm limitações inerentes, que podem ou não ser capazes de serem superadas através de intervenções médicas ou técnicas. A partir de 2009, descobriu-se que a seleção natural desenvolveu a imortalidade biológica em pelo menos uma espécie, o Turritopsis nutricula, uma água-viva, uma consequência é a explosão demográfica mundial do organismo.
Alguns cientistas, futurólogos e filósofos, como Ray Kurzweil, defendem que a imortalidade é possível em humanos nas primeiras décadas do século XXI, enquanto outros defensores acreditam que o prolongamento da vida é uma meta mais viável a um futuro indefinido, com mais avanços da ciência, medicina e tecnologia. Aubrey de Grey, um pesquisador que desenvolveu uma série de estratégias de rejuvenescimento biomédicos para inverter o envelhecimento humano (chamado SENS), acredita que sua proposta de plano para acabar com o envelhecimento pode ser implementável em duas ou três décadas. A ausência de envelhecimento proporcionaria seres humanos a imortalidade biológica, mas não invulnerabilidade à morte por lesão física: de acordo com dados estatísticos de 2002, as probabilidades de um indivíduo morrer de tal modo estão uma vez em cada um mil e setecentos anos.
A vida eterna também pode ser definida como uma existência atemporal, que também não se sabe ao certo a ser exequível, ou mesmo definível, apesar de milênios de argumentos para a eternidade. Wittgenstein, em especial tem uma interpretação não teológica da vida eterna, escreve no Tractatus que, "Se não definirmos a eternidade como infinita duração temporal, mas intemporalidade, então a vida eterna pertence àqueles que vivem no presente."
"

Em que estás a pensar? Qual a tua opinião? Conta-nos.

Joaquim Santos Albino

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  icemaster em Sex Jul 02, 2010 6:31 pm


Todos moremos, quer queriamos quer nao ponto final, não há cá pedras filosofais para ninguem..
agora aqui existem duas possibilidades , a unica hipotesse ke eu vejo possivel para uma imortalidade:

1) Se a consciencia é gerada pelo cerebro, e tem uma natureza fisica, entao quando nos morremos , apagamo-nos, deixamos de existir, sentir, pensar

2) Se a consciencia é algo que simplesmente depende do cerebro para funcionar (leia-se, separado do cerebro), então quando morremos existe uma possibilidade de um evento tipo separação da consciencia ou libertação ou uma especie de sonho lucido...

mas se 2) for positivo, outras questoes se levantam:

1- A nossa memoria.
A memoria é um conjunto de informações que ficam armazenadas no cerebro. e é algo limitado , pois nos esquecemo-nos das coisas ao longo do tempo. Se nós continuar-mos conscientes depois da morte (nao digo vivos porke vivo para mim significa em estado organico) onde iriamos buscar a memoria da vida passada e até mesmo da consciencia corrente?

eu sei que nós temos 1 sub-consciente que é basicamente 1 base de dados de memorias e experiencias de tudo que nos vivemos desde que nascemos até ao momento actual. Essa é a unica saida que vejo como possivel para a resposta 2.1)

2- nao sei o que por como ponto 2) visto que como ser vivo que sou, sou imperfeito e as vezes faltam-me ideias Sad


Por isso é assim, se realmente a nossa consciencia é imortal, provavelmente só saberemos quando morrer-mos.
Até lá não vale a pena correr riscos, e viver a vida ao extremo e depois logo se vê! Wink


icemaster

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Sab Jul 03, 2010 7:50 pm

Icemaster

1) Se a consciencia é gerada pelo cerebro, e tem uma natureza fisica, entao quando nos morremos , apagamo-nos, deixamos de existir, sentir, pensar

Do ponto de vista empírico penso ser um facto. A existência consciente, a emoção, o sentimento ou o pensamento, são impossíveis de serem experimentados sem que exista um suporte orgânico que os viabiliza. Se assim for como parece que é, a vida conforme a concebemos não tem qualquer tipo de sustentabilidade possível para além da morte.

2) Se a consciencia é algo que simplesmente depende do cerebro para funcionar (leia-se, separado do cerebro), então quando morremos existe uma possibilidade de um evento tipo separação da consciencia ou libertação ou uma especie de sonho lucido...

Se não te importas necessito de alterar a palavra "consciência" para "principio inteligente" (para evitar os termos "alma" e "espírito" que poderiam servir se não tivessem potenciais conotações de âmbito religiosos das quais me quero demarcar) pois aquilo que permite ser ou estar "consciente" é o cérebro e sem cérebro não existe consciência de si, (quando estás sob efeito de uma anestesia geral ou és vitima de um acidente que provoca um determinado estado de coma apesar de estares vivo não tens consciência que existes, somente continuas a existir para as consciências que te rodeiam e que estão mentalmente funcionais) para expor uma sugestão que me ocorre neste momento.

Tu tocas exactamente na questão de fundo aqui:

A memoria é um conjunto de informações que ficam armazenadas no cerebro. e é algo limitado , pois nos esquecemo-nos das coisas ao longo do tempo. Se nós continuar-mos conscientes depois da morte (nao digo vivos porke vivo para mim significa em estado organico) onde iriamos buscar a memoria da vida passada e até mesmo da consciencia corrente?

De facto, sem cérebro (e quando morremos de certeza absoluta que aquele que usamos durante a vida "avariou" definitivamente, lol) não é possível qualquer tipo de processamento de dados através da memória, mas, e repara bem que este é um grande mas, se existi-se um principio inteligente que seria o indutor dos processos biológicos que caracterizam a vida, os "dados", a "informação" pode estar "armazenada" nesse "agente" que somente necessita de encontrar um novo suporte biológico para que esse potencial "evolutivo" seja de novo consciente de si, ou seja, de novo experimente um universo mental.

Desta forma extremamente imaginativa e grandemente idiota, poderia ser resolvida a questão que colocas. jocolor

Passo a palavra.

Joaquim Santos Albino

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  icemaster em Sab Jul 03, 2010 8:57 pm

eu n me referia a alma nem nada disso, eu n sou religioso , antes pelo contrario, sou agnostico.

Esse teu ponto de vista é curioso.

Mas se nos sofrer-mos um acidente ou estiver-mos incoscientes, nos simplesmente perdemos a precepção do mundo externo.
Porque o cerebro continua com os seus Ciclos R.E.M.

falando em REM, Toda a gente, todas as noites sonha , é algo involuntário.
Porem, as vezes as pessoas têm tendencia de dizer ke nunca sonham... Errado, elas simplesmente não se lembram. E porque? porque o proprio cerebro quando nos acordamos, dá se ao trabalho de apagar tais experiencias oniricas que tivemos .
As vezes lá nos escapa um sonho ou outro mais vivido, ou até lucido, caso treinemos para tal, mas em 8 horas de sonho só nos lembar-mos do ultimo sonho da noite é sinal disso.
Onde quero chegar é:
Qnd estamos inconscientes por Desmaio, Dormir, ou ATE mesmo em Coma (suponho), nada nos impede de que a nossa consciencia continue a trabalhar num meio interno (Sonho), que é logo esquecido (ou nao) ao acordar.


Quanto a origem biologica da consciencia. Faz tanto sentido ser , como nao ser.
Ora vejamos, os nossos pensamentos e memorias, sao processadas por conexões neurais e impulsos de iões que o nosso cerebro emite. Mas a natureza do proprio pensamento, a essencia do pensamento, da compreenção da memoria, a forma como a consciencia interpeta isso tudo, é algo que está para alem do material. é como se o pensamento (consciencia) tivesse a sua propria natureza, seja fisica, metafisica , espiitual, chamemo-lhe o que quiser-mos lol
Se o nosso cerebro se desligar, ou seja parar de processar as informações todas, o que é feito daqueles residuos todos que o nosso cerebro descodificou e interpetou?
Aki nao podemos responder concretamente se se apaga, ou se acontece algo .
Neuronios sao simples celulas ligadas enrte elas, nós n pensamos "Células", nós pensamos numa essencia que não existe na fisica, é isso que considero a consciencia: Numeros, experiencias, linguagem, objectos, sons, imagem, memorias, etc...
Sim depende do cerebro, dum meio biologico , para interagir com o mundo fisico.
Mas será mesmo originada pelo cerebro? aqui não posso dizer sim ou não, mas o que eu digo é que simples impulsos electricos não é argumento que me convence que gera a consciencia.
Eu nao sei se consegui explicar bem o meu ponto de vista (estou cheio de sono) mas responde ai ao ke disse, e amanha logo tento explicar-me melhor caso n tenhas percebido algo.

Ice

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Dom Jul 04, 2010 7:30 pm

Olá Ice.

Mas será mesmo originada pelo cerebro? aqui não posso dizer sim ou não, mas o que eu digo é que simples impulsos electricos não é argumento que me convence que gera a consciencia.

Estamos de acordo. Só divergimos nas palavras que utilizamos para definir as "coisas".
Quando me refiro à "consciência" falo em termos de estar consciente de si, estar consciente de tudo aquilo que está a acontecer, saber que acontece e entender que acontece e racionalizar os acontecimentos. O que possibilita esta "consciência" é o cérebro, mas não é o cérebro o responsável pela indução desses acontecimentos. A esse agente designo de "principio inteligente" e como tem um papel de indutor não pode estar contido na mente, pelo menos eu não consigo imaginar como isso seria possível acontecer.

No entanto, para que esse "principio inteligente" se possa manifestar, ou seja, para que se possa tornar consciente, necessita de um cérebro.

Se estas premissas estivessem correctas, a morte biologica poderá não significar a destruição do principio indutor da mente, mas no entanto, seria necessário explicar de que forma poderia essa "coisa" manter a sua integridade.

Passo a palavra, lol

Joaquim Santos Albino

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Seg Jul 05, 2010 8:17 am

Talvez o neurônio possa fazer mais que apenas passar informação, pode ser que um neurônio sozinho possa processar tarefas simples, semelhante a uma rede de clusters de computadores, os potenciais isolados são somados para fazer processos mais complexos.

Um conjunto de computadores fracos pode ser interligado para fazer tarefas que demandariam um computador mais forte.


Tenho um artigo interessante aqui:

http://www.livescience.com/health/single-brain-cell-recognize-objects-100609.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Livesciencecom+%28LiveScience.com+Science+Headline+Feed%29&utm_content=Google+Reader

Em português:
http://guineveremedicina.blogspot.com/2010/06/um-neuronio-pode-trabalhar-sozinho.html

(não conheço o blog, mas ele tem um link para o Hype, infelizmente não achei mais informação sobre o assunto.)



Creio que a consciência é derivada dos processos dentro do cérebro, não é apenas ligações neurais, um neurônio não se resume aos dentritos e axônios...
Também creio que ela não pode ser extracorpórea, se fosse, deveria existir algum mecanismo de ligação entre a memória e o corpo, acho que até hoje tal mecanismo não foi observado.

Passo a palavra.

Renato Bueno

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  icemaster em Seg Jul 05, 2010 9:43 am

Renato Bueno escreveu:
Também creio que ela não pode ser extracorpórea, se fosse, deveria existir algum mecanismo de ligação entre a memória e o corpo, acho que até hoje tal mecanismo não foi observado.



Se uma coisa nunca foi observada, não torna essa coisa inexistente, apenas desconhecida.
Se for-mos negar todas as possibilidades sem ter-mos observações das coisas estamos fdds. É por isso que este método cientifico actual está morto e corrupto... Os cientistas so peskizam o que lhes é visivel... ok vá... há excepção da matéria negra e da Fisica Quantica....
Posso estár a pensar exageradamente mal, mas a meu ver, a fisica quantica só não é considerada Pseudo-Ciencia porque há factos Cientificos... Mas também estár a criar dimensões novas (imaginarias) para que esses factos sejam aprovados... acho que é uma beka Contra-ciencia Lol ... epa posso estar tremendamente enganado, mas é oke eu sinto Sad

icemaster

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Seg Jul 05, 2010 6:22 pm

Olá Renato, bem vindo ao Fórum! Smile

Talvez o neurônio possa fazer mais que apenas passar informação, pode ser que um neurônio sozinho possa processar tarefas simples, semelhante a uma rede de clusters de computadores, os potenciais isolados são somados para fazer processos mais complexos.

Um conjunto de computadores fracos pode ser interligado para fazer tarefas que demandariam um computador mais forte.

Extraordinário! Estas células não param de surpreender. No entanto Renato, como dizes, apesar da sua extraordinária competência parecem ser "hardware" e mesmo que se admita, e a mim parece-me que sim, que existe "software" cuja natureza seja biológica, que se manifesta por exemplo em termos de consciência de si, emoções, sentimentos, sentidos internos e externos, entendimento e razão, ainda assim, é necessário que exista algo mais, que em termos informáticos não é mais do que a energia eléctrica que permite que o sistema ganhe "vida", ou se preferires "funcione". Qual a origem dessa fonte de energia que permite que este conjunto de células que constituem um organismo ganhe "vida", "funcione"? Rolling Eyes

Creio que a consciência é derivada dos processos dentro do cérebro, não é apenas ligações neurais, um neurônio não se resume aos dentritos e axônios...
Também creio que ela não pode ser extracorpórea, se fosse, deveria existir algum mecanismo de ligação entre a memória e o corpo, acho que até hoje tal mecanismo não foi observado.

Estou de acordo com o Renato. A consciência parece ser um "produto" mental, assim como as emoções, os sentimentos, o entendimento ou a razão.

Vamos tentar especular acerca da natureza do principio indutor? O que é a "electricidade" que anima o organismo humano? É realmente necessária a sua existência?

Olá Ice!

Se for-mos negar todas as possibilidades sem ter-mos observações das coisas estamos fdds. É por isso que este método cientifico actual está morto e corrupto... Os cientistas so peskizam o que lhes é visivel... ok vá... há excepção da matéria negra e da Fisica Quantica....

Penso que tens razão. A ciência está transformada numa religião. Enquanto os seus dogmas não forem ultrapassados penso que não vai lá. A sua evolução tem sido extraordinária, mas sempre circunscrita a um entendimento acerca da natureza de como as coisas são mas não de como foram feitas. Penso ser por este motivo que tanto temem a morte do seu Deus "Acaso". geek

Joaquim Santos Albino

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Ter Jul 06, 2010 8:09 am

Achei uma matéria interessante sobre um componente lendário na eletrônica... Recomendo a leitura, ele tem muita coisa em comum com os neurônios...

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=memristor-memristores-computador-que-aprende&id=010810090916


Pelo que eu entendi do funcionamento do cérebro ele processa informações, assim como qualquer computador, mas o diferencial está no aprendizado...


Um estímulo é recebido por um sensor qualquer, esse estímulo é levado a uma área cerebral onde é distribuído e processado, os caminhos que o estímulo percorre são “reforçados” pelo corpo, assim da próxima vez que um determinado tipo de estímulo for recebido ele vai percorrer esse “caminho”.

Essa é a grande sacada do cérebro, ele pode definir caminhos para determinados tipos de estímulos, se for grande suficiente pode ser que o cérebro se divida em áreas para melhor processar os estímulos...


Resta-me ainda a dúvida de como o neurônio decide o que fazer...


Imagino que o primeiro organismo a desenvolver neurônios ou terminações nervosas, o fez com o intuito de diferenciar um local escuro de um claro ou de saber se iria para esquerda ou direita...
Fico intrigado com que tipo de ligação ele resolveu esse problema...

Talvez os sensores mais primitivos dessem apenas dois tipos de avisos, estimulado e não estimulado...



Fiz um experimento mental que tornou o processo um tanto mais claro em minha mente, mas ainda não consegui ver as “partes pequenas” da estrutura, que é justamente onde está a minha dúvida.


Imaginei uma molécula que precisaria de luz para completar algum tipo de reação necessária para continuar vivendo.
Essa molécula desenvolve então uma espécie de olho simples (receptor) para determinar se existe luz ou escuridão. O receptor é estimulado pela luz e manda um sinal para as terminações nervosas da molécula, se o resultado for positivo (existe luz) então a molécula vai fazer a reação...
Se for negativo a molécula não poderia fazer a reação; visando se adaptar melhor ao ambiente, a molécula poderia produzir estruturas para se locomover (no caso de estar em baixo de uma folha), seria necessária a criação de uma rede neural para controlar os movimentos da estrutura (pra frente ou para traz, para um lado ou outro), essa rede seria utilizada sempre que o receptor indicasse que não existe luz no ambiente; se existir luz então a rede não é utilizada e a molécula completa a reação.

Vendo por esse lado, o princípio indutor seria a necessidade; mas o processo estaria dividido em duas partes, primeiro o reconhecimento da situação, segundo a atitude a ser tomada. Cada parte vai precisar de uma estrutura inteira de neurônios para receber e transmitir os sinais, as duas partes parecem ser independentes, mas agem com se fossem uma só.



Será que faz algum sentido?

Renato Bueno

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Ter Jul 06, 2010 4:15 pm

Olá Renato Smile

Aqui vai a minha contribuição para o tema.

Para além de processar e armazenar informações em vários "tipos" de memória, o cérebro tem outras capacidades extraordinárias que ainda não foram referidas: é capaz de criar, ou seja, é capaz de transcender-se, que é aquilo que o Renato aqui está a fazer, explicar-se a si mesmo e auto-conceber-se.

Ainda dentro das suas características técnicas (lol) tem a capacidade de auto-estimular-se, ou seja, não necessita de estímulos externos para que se desencadeiem processos mentais, tem capacidade imaginativa ou capacidade de criar imagens, de "ver" imagens usando estímulos internos e para além disso tem a capacidade de as entender e processar dando assim origem a processos criativos. A cérebro tem capacidade para entender aquilo que o rodeia, mas também tem capacidade para criar para além dessa realidade.

Outro "extra" fabuloso, é a capacidade de ter consciência de si, de ter a noção que existe, daquilo que representa e da sua interacção com aquilo que o rodeia.

Emoções e sentimentos: empiricamente é possível induzir estímulos controlados que provocam estados emotivos... se estimular-mos determinados locais do cérebro, um individuo manifesta-se emotivamente, da mesma forma que se os anular-mos o individuo fica inibido de os "sentir".

Um dos sentidos deste processo causal é simples de ser compreendido, para se sentir uma determinada emoção é necessário ter disponíveis e operacionais as estruturas neurológicas que permitem esse quadro sináptico, mas e no sentido inverso? De que é que necessitam os neurónios para que possam provocar emoção? As experiência levadas a cabo no século XIX com cadáveres utilizando a energia eléctrica dentro da convicção que era possível através desse meio ressuscitar os mortos, provavelmente e apesar de "obrigar" os neurónios a agirem senápticamente originando quadros mentais emotivos e expressos na face do cadáver não provocavam qualquer tipo de emoção porque de forma misteriosa, o agente receptor foi "embora" lol, já lá não estava, pelo menos assim parece, lol.

A mente: afinal o que é a mente? Como é possível o cérebro criar uma mente? O que é a "coisa" que percepciona a mente?

Resta-me ainda a dúvida de como o neurônio decide o que fazer...

Imagino que o primeiro organismo a desenvolver neurônios ou terminações nervosas, o fez com o intuito de diferenciar um local escuro de um claro ou de saber se iria para esquerda ou direita...
Fico intrigado com que tipo de ligação ele resolveu esse problema...

Talvez os sensores mais primitivos dessem apenas dois tipos de avisos, estimulado e não estimulado...

Aqui entramos em outro aspecto da metafísica ligado ao conceito de liberdade, ou seja, o Homem é realmente livre para decidir uma conduta ou está determinado pelos próprios processos cerebrais num determinismo de cariz "cientifico" e não religioso? lol.

Surgem também agora outro tipo de questões que o evolucionismo, a teoria em que o Renato apoia as suas suspeitas, não conseguiu ainda resolver e se não o fizer é impossível entender dessa forma a evolução. A primeira questão tem a haver com a necessidade de explicar a forma como são possíveis os processos causais inerentes ao aparecimento da molécula de ADN, uma vez que ela terá necessariamente de pré-existir, e outra questão tem a haver com a aparente impossibilidade de qualquer tipo de incremento de informação nas moléculas de ADN, ou seja, as mutações genéticas poderão surgir através de processos de mutação da sua informação, de subtracção da sua informação, mas nunca foi observada qualquer tipo de incremento de informação nas moléculas de ADN. Se assim for como podem as espécies evoluir para estruturas biológicas cujo ADN contem informação adicional? Aparentemente isso é impossível, ou seja, um peixe nunca e em circunstancia nenhuma pode dar origem a um ser que não seja um peixe, muitíssimo diferente, pode ser, mas nunca será mais do que um peixe.

Vendo por esse lado, o princípio indutor seria a necessidade; mas o processo estaria dividido em duas partes, primeiro o reconhecimento da situação, segundo a atitude a ser tomada. Cada parte vai precisar de uma estrutura inteira de neurônios para receber e transmitir os sinais, as duas partes parecem ser independentes, mas agem com se fossem uma só.

Renato, sim concordo, é perfeitamente possível que a vontade esteja intimamente ligada à necessidade. É uma boa sugestão.

Passo a palavra.

Joaquim Santos Albino

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  icemaster em Ter Jul 06, 2010 5:57 pm

Meu , agora qnd escrevi a resposta ao topico do conceito de Deus, surgiu-me uma possibilidade para a imortalildade.
<recomendo a lerem o topico do conceito de deus para perceberem oke estou a referenciar>

imaginemos que quando morremos o tempo objectivo deixa de interagir com o nosso tempo subjectivo, que se transfoma numa especie de tempo objectivo estático , tipo dilatação do tempo?

por exemplo, morremos numa data X ás Y horas .
a nossa mente cria 1 sistema de tempo subjectivo parcialmente infinito ou gigante, que se dilata ignorando qualquer regra do tempo objectivo. E assim aquele momento em que nos morremos, na prespectiva de quem está viva, é 1 tempo que passou. Mas a nossa mente ainda lá ficou a vaguear numa escala de tempo semelhante ao tempo "real" mas totalmente subjectivo e dilatado.

Até faz sentido ein?

icemaster

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Qui Jul 08, 2010 8:24 am

Andei lendo um pouco sobre DNA, descobri uma característica interessante... que não se fala em TV.

O link é da Wikipédia e fala sobre Recombinação Genética...

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_desoxirribonucleico#Recombina.C3.A7.C3.A3o_gen.C3.A9tica


Conhecem essa matéria do ceticismo?

http://ceticismo.net/2009/04/30/evolucao-num-tubo-de-ensaio-cientistas-fazem-moleculas-de-rna-evoluirem-e-competirem-entre-si-por-recursos/



Sobre a imortalidade, os senhores acham que algum dia vai ser possível desenvolver alguma técnica que nos permita viver eternamente?

Ouvi falar sobre uma possível tecnologia chamada Organizador Neural Intracraniano – ONI, seria uma espécie de rede de nano-computadores conectada ao cérebro, pode guardar todas as informações, memórias, caráter, etc...
No caso de morte seria possível fazer o download do cérebro em um outro corpo, clone talvez...

Também existem drogas que podem retardar o envelhecimento, ou até mesmo aumentar a vida humana, mesmo se administrada em indivíduos idosos...

http://knol.google.com/k/benjamin/rejuvenescimento-e-imortalidade-f%C3%ADsica/n0p0t28v6u3n/4#
(Essa é muito interessante)


Será possível? Será que existe risco? Quais seriam?


Acho que sou um Transhumanista! Lol

Passo a palavra

Renato Bueno

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  icemaster em Qui Jul 08, 2010 3:56 pm

sinceramente... espero ke nunca inventem tal tecnica...
Perferia que eles descubrissem ke o nosso consciente/sub , continua de alguma forma inexplicavel a trabalhar, do ke poder viver neste mundo e nesta sociedade eternamente... acho que ao fim de 3000 anos qualquer um ficaria tao maluco ao ponto de desejar o suicidio. perfiro viver uma longa e saudavel vida de 80 anos e morrer, para depois ver oke se passa depois (ou oke não se passa) do que estar a viver 6000 anos na mesma sociedade, que por muito que os tempos mudem, sempre será desbalançada, porke o ser humano é instavel

icemaster

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Sex Jul 09, 2010 4:27 am

icemaster escreveu:sinceramente... espero ke nunca inventem tal tecnica...
Perferia que eles descubrissem ke o nosso consciente/sub , continua de alguma forma inexplicavel a trabalhar, do ke poder viver neste mundo e nesta sociedade eternamente... acho que ao fim de 3000 anos qualquer um ficaria tao maluco ao ponto de desejar o suicidio. perfiro viver uma longa e saudavel vida de 80 anos e morrer, para depois ver oke se passa depois (ou oke não se passa) do que estar a viver 6000 anos na mesma sociedade, que por muito que os tempos mudem, sempre será desbalançada, porke o ser humano é instavel

Eu também gostaria que todas as descobertas afirmassem apenas as minhas espectativas, acho que todo cientista gostaria disso, mas nem sempre a realidade é como nós enxergamos...

E por que no final de 3000 anos as pessoas se matariam? não entendo para que...

E você acha que eu viveria 10000 anos na mesma sociedade?
Eu viveria em todas as sociedades possiveis, aprenderia o máximo sobre tudo. Sem a limitação de tempo eu poderia estudar tudo que eu quisesse...
Sem falar que morrer é broxante, quando você está na fase mais produtiva da sua vida, a velhice chega e você perde tudo...


Isso sem falar que o senhor só conseguirá viver até os 80 anos graças à ciencia, que proporcionou essa oportunidade, na época dos meus avós a espectativa de vida era a metade.


Com a imortalidade, a maior parte dos sonhos vai se tornar possivel.
Meu maior sonho seria cruzar o espaço intergalático e explorar o universo... Impossivel como estou, mas se tiver tempo de vida ilimitado o sonho se torna quase real.

Imortalidade só ajuda, a morte atrapalha.

ou nao?

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Sex Jul 09, 2010 4:50 am

O link é da Wikipédia e fala sobre Recombinação Genética...

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_desoxirribonucleico#Recombina.C3.A7.C3.A3o_gen.C3.A9tica

Conhecem essa matéria do ceticismo?

http://ceticismo.net/2009/04/30/evolucao-num-tubo-de-ensaio-cientistas-fazem-moleculas-de-rna-evoluirem-e-competirem-entre-si-por-recursos/

Interessaste. O evolucionismo é satisfatório do ponto de vista intelectual na resposta a questões que têm a haver com a forma como os organismos evoluem dentro da mesma espécie.

No entanto para que uma espécie evolua para outra diferente, penso ser necessário que o ADN para além das mutações e/ou subtracções do seu código genético sofra também um incremento, uma adição de informação e isso é realmente possível? Existem evidencias ou mesmo pistas que apontam nesse sentido? Como pode um organismo adquirir a informação necessária de forma a transitar e/ou dar origem a uma nova espécie?

Sobre a imortalidade, os senhores acham que algum dia vai ser possível desenvolver alguma técnica que nos permita viver eternamente?

Sim, penso que sim e mesmo não ser de uma dificuldade transcendente, lol.

Aliás já existe um ser imortal que convive connosco no planeta.

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=FE3B8806-4BEA-42CB-8132-55CAFE3341FE

Vamos ter de responder olhos nos olhos a esta questão do Freddie Mercury: "Who wants to live forever" lol

Com a imortalidade, a maior parte dos sonhos vai se tornar possivel.
Meu maior sonho seria cruzar o espaço intergalático e explorar o universo... Impossivel como estou, mas se tiver tempo de vida ilimitado o sonho se torna quase real.

Imortalidade só ajuda, a morte atrapalha.

E se, este "se" é empiricamente legitimo mesmo sob o ponto de vista pragmático pois existem evidencias múltiplas e neste fórum já referidas acerca da desconcertante incerteza da natureza das "coisas", a "vida" for uma forma limitada de consciência? lol. Bem sempre temos a possibilidade do suicido... rsrsrs

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Sex Jul 09, 2010 9:44 am

Joaquim Santos Albino escreveu:

Interessaste. O evolucionismo é satisfatório do ponto de vista intelectual na resposta a questões que têm a haver com a forma como os organismos evoluem dentro da mesma espécie.

No entanto para que uma espécie evolua para outra diferente, penso ser necessário que o ADN para além das mutações e/ou subtracções do seu código genético sofra também um incremento, uma adição de informação e isso é realmente possível? Existem evidencias ou mesmo pistas que apontam nesse sentido? Como pode um organismo adquirir a informação necessária de forma a transitar e/ou dar origem a uma nova espécie?


Aí entra um problema temporal, as modificações se dão em uma escala de tempo muito grande, mas não existe uma transição de uma espécie para outra; em uma geração é avestruz na outra é galinha, isso de fato não acontece.


Se nós pegássemos todos os antepassados primatas e os colocássemos um do lado do outro, cada geração representada devidamente, veríamos uma fila interminável de primatas, cada um muito parecido com o anterior e com o sucessor; muito parecido, não exatamente igual. Só notaríamos que é uma espécie diferente ao compará-la com um membro da “fila” que esteja longe.

Ou seja, não existe transição de espécies, a espécie se adapta ao meio, o meio está sempre em transformação.

Acho justo falar que todas as formas de vida são a mesma coisa, todas elas se originaram de uma forma e foram se adaptando de acordo com a necessidade espaço-tempo.


Mas acho que um mecanismo de muito peso é a recombinação genética, ainda não estudei o suficiente sobre, mas espero entender o conceito; por meio da recombinação, formas de vida diferentes poderiam surgir muito rápido.

[]´s

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Sex Jul 09, 2010 4:48 pm

Olá Renato.

Se nós pegássemos todos os antepassados primatas e os colocássemos um do lado do outro, cada geração representada devidamente, veríamos uma fila interminável de primatas, cada um muito parecido com o anterior e com o sucessor; muito parecido, não exatamente igual. Só notaríamos que é uma espécie diferente ao compará-la com um membro da “fila” que esteja longe.

Penso que é aqui que surge o "problema". Como as alterações não são incrementais, como pode o genoma da espécie dar origem a espécies cujo código genético contem informação incrementadas? As mutações que se demonstram favoráveis do ponto de vista evolutivo são preservadas, é certo, assim como através da subtracção de informação, mas de que forma a teoria evolucionista resolve o surgimento de espécies com o ADN incrementado? Por muito longa que seja a fila que referes o genoma do primeiro elemento da fila contém a totalidade da informação. O último da fila pode apresentar mutações ou subtracções genéticas mas trata-se exactamente do mesmo ser orgânico. Pelo menos é esta a questão que tenho observado em debate por aí, lol.

Ou seja, não existe transição de espécies, a espécie se adapta ao meio, o meio está sempre em transformação.

Esta tua afirmação está correcta. Nesse caso é necessário procurar formas alternativas que justifiquem o aparecimento de novas espécies pois a teoria evolucionista partindo da sopa primordial não é de todo satisfatória.

Acho justo falar que todas as formas de vida são a mesma coisa, todas elas se originaram de uma forma e foram se adaptando de acordo com a necessidade espaço-tempo.

E de que forma se originaram? O evolucionismo também não sabe. Os argumentos relacionados com a não incrementação genética acima descritos inviabilizam uma génese comum para todos os seres o que significa que para recuperar o evolucionismo, seria necessário que a sopa primordial desse origem (sem se saber como) ao numero necessário de moléculas de ADN que representaria cada uma delas cada uma de todas as espécies que existem e existiram ao longo da vida neste planeta.

O que eu acima especulo está incorrecto? Foi isto que eu entendi através da informação que me foi possível até hoje conhecer. scratch

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Qua Jul 14, 2010 4:41 am

Joaquim Santos Albino escreveu:Olá Renato.

Se nós pegássemos todos os antepassados primatas e os colocássemos um do lado do outro, cada geração representada devidamente, veríamos uma fila interminável de primatas, cada um muito parecido com o anterior e com o sucessor; muito parecido, não exatamente igual. Só notaríamos que é uma espécie diferente ao compará-la com um membro da “fila” que esteja longe.

Penso que é aqui que surge o "problema". Como as alterações não são incrementais, como pode o genoma da espécie dar origem a espécies cujo código genético contem informação incrementadas? As mutações que se demonstram favoráveis do ponto de vista evolutivo são preservadas, é certo, assim como através da subtracção de informação, mas de que forma a teoria evolucionista resolve o surgimento de espécies com o ADN incrementado? Por muito longa que seja a fila que referes o genoma do primeiro elemento da fila contém a totalidade da informação. O último da fila pode apresentar mutações ou subtracções genéticas mas trata-se exactamente do mesmo ser orgânico. Pelo menos é esta a questão que tenho observado em debate por aí, lol.

Ou seja, não existe transição de espécies, a espécie se adapta ao meio, o meio está sempre em transformação.

Esta tua afirmação está correcta. Nesse caso é necessário procurar formas alternativas que justifiquem o aparecimento de novas espécies pois a teoria evolucionista partindo da sopa primordial não é de todo satisfatória.

Acho justo falar que todas as formas de vida são a mesma coisa, todas elas se originaram de uma forma e foram se adaptando de acordo com a necessidade espaço-tempo.

E de que forma se originaram? O evolucionismo também não sabe. Os argumentos relacionados com a não incrementação genética acima descritos inviabilizam uma génese comum para todos os seres o que significa que para recuperar o evolucionismo, seria necessário que a sopa primordial desse origem (sem se saber como) ao numero necessário de moléculas de ADN que representaria cada uma delas cada uma de todas as espécies que existem e existiram ao longo da vida neste planeta.

O que eu acima especulo está incorrecto? Foi isto que eu entendi através da informação que me foi possível até hoje conhecer. scratch

Então brother, o evolucionismo não explica direito as suas perguntas, por que o evolucionismo descreve o mecanismo pelo qual a vida se transforma. A abiogênese vai estudar o inicio da vida. Por acaso achei informação sobre o trabalho de um físico que está mexendo com a comunidade científica.

http://www.genismo.com/geneticatexto33.htm

O interessante é que ele percebeu que um conhecimento da sua área poderia ajudar em outra área, infelizmente é muito difícil desenvolver essa visão no sistema em que vivemos.
A “Sopa Primordial” é só uma das possíveis explicações, assim como a de que a vida se originou em fendas com gostas de água ou sobre uma “plataforma” de ferro...

O senhor já leu “O Relojoeiro Cego” do Dawkins ?

[]´s

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Ter Jul 20, 2010 4:16 pm

Não, não li e sinceramente não tenho vontade de o ler. Dawkins está de forma clara submetido à defesa de valores que diferem da expressão de uma intelectualidade honesta. Desconheço os propósitos que o movem mas são incompetentes, especulativos e atropelam de forma grosseira as mais evidentes regras da lógica racional especulando conclusões baseadas em premissas que não lhe são correspondentes.

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Qui Jul 22, 2010 5:04 am

Então brother, continue com sua ignorância...

Não sei se você percebeu, mas essa discução foi uma simples amostra de que nois dois não conhecemos nem ao menos os princípios básicos do evolucionismo e da replicação do DNA.

O relojoeiro cego me ajudou a entender como algo extremamente simples pode se tornar muito complexo.

Desconheço os propósitos que o movem mas são incompetentes

Separe pessoas de idéias.

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Qui Jul 22, 2010 3:22 pm

Voltando à questão. Será que alguém consegue explicar de que forma o ADN pode ser incrementado?

Eu encontrei na net esta explicação mas não parece muito convincente:



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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Renato Bueno em Sex Jul 23, 2010 7:00 am

http://pt.wikipedia.org/wiki/Muta%C3%A7%C3%A3o

De que forma ele pode ficar intacto? Até UV causa mutação no dna amigo.
Pra falar a verdade, eu nunca tinha lido esse singelo artigo da wikipedia, preconceito talvez...
Mas pelo menos mostra algumas formas pelas quais o DNA pode mudar, incrementar, perder, etc...


Se não responde às suas duvida, então por favor seja um pouco mais específico sobre qual é a sua duvida.

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Re: Conceito de Imortalidade

Mensagem  Joaquim Santos Albino em Sex Jul 23, 2010 4:41 pm

Renato Bueno escreveu:

De que forma ele pode ficar intacto? Até UV causa mutação no dna amigo.
Pra falar a verdade, eu nunca tinha lido esse singelo artigo da wikipedia, preconceito talvez...
Mas pelo menos mostra algumas formas pelas quais o DNA pode mudar, incrementar, perder, etc...

Por muito que leia o singelo artigo não encontro nenhuma referencia acerca da possibilidade de incremento de informação no ADN.

Incremento significa obter informação que é adicionada, adquirir um acrescento de informação para além daquela que pré-existe e não altera-la ou subtrai-la.

Vamos dar uma ajuda ao Dawkins e transcrever a parte do artigo da wikipédia que exemplifica de que forma é possível adicionar informação genética?

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Re: Conceito de Imortalidade

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