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Richard Dawkins

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Richard Dawkins

Mensagem  Admin em Ter Jun 08, 2010 9:33 am


Clinton Richard Dawkins (Nairobi, 26 de março de 1941) é um eminente zoólogo, etólogo, evolucionista e popular escritor de divulgação científica britânico, natural do Quênia, além de professor da Universidade de Oxford.
Dawkins é conhecido principalmente pela sua visão evolucionista centrada no gene, exposta em seu livro O Gene Egoísta, publicado em 1976. O livro também introduz o termo "meme", o que ajudou na criação da memética. Em 1982, ele realizou uma grande contribuição à ciência da evolução com a teoria, apresentada em seu livro O Fenótipo Estendido, de que o efeito fenotípico não se limita ao corpo de um organismo, mas sim de que o efeito influencia no ambiente em que vive este organismo. Desde então escreveu outros livros sobre evolução e apareceu em vários programas de televisão e rádio para falar de temas como biologia evolutiva, criacionismo, religião.
Ele também defende e divulga correntes como o ateísmo, ceticismo e humanismo. Também é um entusiasta do movimento bright e, como comentador de ciência, religião e política, um dos maiores intelectuais conhecidos no mundo. Esses assuntos são retratados em "Deus, um delírio", livro de sua autoria que se tornou best-seller em vários partes do mundo. Através de diversos fatos científicos, Dawkins nos mostra sua idéia da inexistência de Deus. Em enquete realizada pela revista Prospect em 2005, sobre os maiores intelectuais da atualidade, Richard Dawkins ficou com a terceira posição, atrás somente de Umberto Eco e Noam Chomsky.
Por sua intransigente defesa à teoria de Darwin, recebeu o apelido de "rottweiler de Darwin" (Darwin's rottweiler), em alusão ao apelido de Thomas H. Huxley, que era chamado de "buldogue de Darwin" (Darwin's bulldog).
Fonte: Wikipédia

Livro - O Gene Egoísta

PRÓLOGO
O chimpanzé e os seres humanos compartilham cerca de 99,5 por cento de sua história evolutiva, no entanto a maioria dos pensadores humanos considera o chimpanzé uma excentricidade malformada e irrelevante, enquanto se vêem a si próprios como degraus para o Todo-poderoso. Para um evolucionista isto não pode ocorrer. Não há fundamento objetivo para qual elevar uma espécie acima de outra. Chimpanzés e seres humanos, lagartixas e fungos, todos evoluímos durante aproximadamente três bilhões de anos por um processo conhecido como seleção natural. Dentro de cada espécie alguns indivíduos têm mais descendentes sobreviventes do que outros, de modo que as características herdáveis (genes) daqueles reprodutivamente bem sucedidos tornam-se mais numerosos na geração seguinte. A seleção natural é isto: a reprodução diferencial não aleatória dos genes. Ela nos formou e é ela que devemos entender se quisermos compreender nossas próprias identidades.
Embora a teoria da evolução através da seleção natural de Darwin seja central ao estudo do comportamento social (especialmente quando unida à genética de Mendel), ela tem sido amplamente ignorada. Verdadeiras indústrias se desenvolveram nas ciências sociais dedicadas à construção de uma visão pré-darwiniana e pré-mendeliana do mundo social e psicológico. Mesmo na Biologia o esquecimento e o abuso da teoria darwiniana têm sido surpreendentes. Sejam quais forem as razões deste estranho desenvolvimento, há indicações de que ele está terminando. A grande obra de Darwin e de Mendel tem sido ampliada por um número crescente de pesquisadores, notavelmente R. A. Fisher, W. D. Hamilton, G. C. Williams e J. Maynard Smith. Agora, pela primeira vez, este importante corpo de teoria social baseada na seleção natural é apresentado sob forma simples e popular por Richard Dawkins.
Um a um, Dawkins examina os principais temas da nova pesquisa em teoria social: os conceitos de comportamento altruísta e egoísta, a definição genética de auto-interesse, a evolução do comportamento agressivo, a teoria do parentesco (as relações entre pais e prole e a evolução dos insetos sociais), a teoria da proporção entre os sexos, o altruísmo recíproco, o engano e a seleção natural das diferenças sexuais. Com a confiança oriunda do domínio da teoria subjacente, Dawkins revela a nova pesquisa com estilo e clareza admiráveis. Educado largamente em Biologia, ele dá ao leitor uma amostra de sua literatura rica e fascinante. Quando discorda de trabalhos publicados (como o faz ao criticar uma falácia minha), quase invariavelmente acerta o alvo. Dawkins também se esforça por tornar clara a 1ógica de seus argumentos, de modo que o leitor, aplicando a lógica fornecida, possa ampliar os argumentos (e até mesmo rivalizar com o próprio Dawkins). Os próprios argumentos estendem-se em muitas direções. Por exemplo, se (como Dawkins mantém) o fraude é fundamental à comunicação animal, então deve haver forte seleção para detectar o engano, e isto, por sua vez, deve selecionar certo grau de engano próprio, tornando inconscientes alguns fatos e motivos, de modo a não trair – pelos sinais sutis de auto-conhecimento – o fraude que está sendo praticado. Assim, a idéia convencional de que a seleção natural favorece aqueles sistemas nervosos que produzem imagens cada vez mais exatas do mundo deve ser uma visão muito ingênua da evolução mental.
O progresso recente na teoria social tem sido importante o suficiente para gerar um pequeno alvoroço de atividade contra-revolucionária. Tem-se alegado, por exemplo, que o progresso recente é, de fato, parte de uma conspiração cíclica para impedir o avanço social, fazendo com que ele pareça ser geneticamente impossível. Idéias tênues semelhantes têm sido reunidas para dar a impressão que a teoria social darwiniana é reacionária em suas implicações políticas. Isto está muito longe da verdade. A igualdade genética dos sexos, por exemplo, foi, pela primeira vez, claramente estabelecida por Fisher e Hamilton. A teoria e os dados quantitativos provenientes dos insetos sociais demonstram que não há uma tendência inerente aos pais de dominarem sua prole (ou vice-versa). E os conceitos de investimento parental e escolha por parte da fêmea fornecem um fundamento objetivo e imparcial para examinar as diferenças sexuais, um avanço considerável em relação aos esforços populares de fixar os poderes e direitos da mulher no pântano inútil da identidade biológica. Em resumo, a teoria social darwiniana nos dá uma idéia de uma lógica e de uma simetria subjacentes nas relações sociais, as quais, quando forem mais completamente compreendidas por nós, devem revitalizar nossa compreensão política e fornecer o apoio intelectual a uma ciência e medicina da Psicologia. Neste processo, ele deve dar-nos também uma compreensão mais profunda das muitas origens de nosso sofrimento.
Robert Trivers
Universidade de Harvard
Julho, 1976

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Re: Richard Dawkins

Mensagem  Monstrinho em Ter Jun 28, 2011 7:56 pm

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